domingo, 5 de junho de 2011

Porque escolhi Publicidade e Propaganda?

        Quando adolescente tive a oportunidade de trabalhar como diretor de comunicação da igreja a qual frequento! Ainda muito jovem e sem experiência alguma, comecei a produzir no "word" os materiais a serem impressos para divulgação das programações da igreja. No principio era tudo preto e  branco, "basicão". Um amigo me indicou usar o "corel" , pois era um programa dedicado a criação gráfica. A partir dali comecei a mexer no "corel", e comecei a produzir materiais mais bonitos. Me apaixonei pelo que eu fazia, e após aquele ano permaneci no cargo por mais três anos.
            
         Aos 19 anos fui chamado para trabalhar em uma rede de com 5 pizzarias, como gerente de marketing, e lá eu era responsável por criação da arte das cxs. de pizza, panfletos, manutenção no site e área de mídia. Mesmo sem ter muita noção, aceitei o desafio. Aprendi muito, e pude ter  certeza de queria me formar na área de comunicação social e marketing.


        Muitas pessoas tentaram desestimular a fazer o curso de publicidade, elas diziam que o mercado está saturado e que é uma profissão sem valor! Em alguns momentos eu pensei em desistir. Prestei vestibular para uma faculdade referência em sua qualidade acadêmica, a UNASP. Estou cursando o primeiro semestre.


         Neste semestre tivemos uma matéria com o prof. Luis Henrique, chamada "Publicidade e Propaganda: Categorias e conceitos". Através das aulas pudemos conhecer como é a vida de um publicitário. O que mais me chamou atenção é que ele foi honesto em dizer os lados desvaforáveis da profissão. Porém a parte boa supera a autra. Afinal, todo oficio tem seus contras!

        Que o mercado está saturado, eu to cansado de saber! Ele está saturado de pessoas sem profissionalismo, sem carater, sem competência. Eu quero é, fazer minha história na publicidade! Não importa o que as pessoas dizem, eu vou fazer o meu melhor, e é disso que sociedade necessita.

O poder da logomarca

O que é que o seu produto ou serviço significa para os consumidores?


         A criação de um posicionamento distinto do seu produto ou serviço, e muitas vezes da sua empresa global, é muito vital. Rob Frankel, especialista em logo marcas (branding), fala sobre o que é necessário para uma marca ser bem sucedida.


          Branding é uma forma de diferenciar o seu produto ou serviço de outros que usam um nome de marca ou logótipo registado. As marcas existem há séculos. Os artesãos antigos colocavam suas marcas nos seus produtos para identificar quem fez, e os artistas há muito que assinam as suas obras. Desde então, porém, a marca tem-se expandido para muito além da diferenciação através de marcas e logótipos. As marcas como Apple, Nike, Tommy Hilfiger, e Wal-Mart agora comunicam significado através de atributos como responsabilidade, coerência, e até mesmo traços de personalidade a que os seus nomes se tornaram associadas. Estes significados traduzem-se em valor monetário para a empresa, porque a logo das suas marcas adquirem valor, pois os consumidores, de bom grado pagam um prémio para comprar um produto com uma marca respeitada, em oposição a um produto similar que tem um logo de marca desconhecida.

        Desenvolver uma estratégia de branding cria uma imagem clara dos valores que o seu produto ou serviço representa. Porque é isto tão importante? A resposta é simples, mas profunda: As pessoas não compram as coisas por aquilo que as coisas fazem, mas compram as coisas por aquilo que elas significam. Há muitos MP3, que fazem um trabalho tão bom quanto um iPod, mas não transmitem a mesma imagem aos consumidores. Assim, um resultado de uma estratégia sólida de logo marcas (branding) é criar uma barreira a modo que os concorrentes terão dificuldade em persuadir os consumidores leais a abandonar os seus produtos preferidos por um novo produto lançado no mercado. FONTE: http://marketingpublicidade.com/logo-marcas

Os melhores anúncios de campanhas antifumo

Coca Cola traz de volta sua 1ª garrafa de vidro na Inglaterra

       Ainda em comemoração aos seus 125 anos, a Coca continua a todo vapor com suas ações por todo mundo. Na Inglaterra, por exemplo, a marca traz de volta a 1ª garrafa de vidro usada pela bebida. Chamada 'The Hutchinson', ela foi criada em 1899 e será vendida exclusivamente pela loja de departamentos Selfridges – sozinha ou em um kit de colecionador com outras 3 garrafas antigas. Bonitinha:



"Propaganda pra classe C não deve ser burra ou feia"


Em 1933, o escritor recifense Gilberto Freyre chocou ao expressar um retrato fiel do Brasil sem preconceitos. Seus pensamentos deram origem à Casa-Grande & Senzala, obra polêmica que descobriu a identidade do país. Criou-se ali uma nova auto-imagem do brasileiro.



Quase 80 anos depois, no entanto, a tal realidade brasileira não segue tão bem interpretada – e divulgada - pela indústria da comunicação. Pelo menos na visão do também nordestino André Torreta, sócio-diretor da Ponte Estratégia. Para ele, a publicidade é elitista, não compreende bem o Brasil em sua totalidade porque nunca houve necessidade. Mas o constante avanço da classe C (53% do país) mostra que será preciso em breve.

Nesta entrevista, Torreta é contundente ao criticar o olhar raso da publicidade focada nos maiores mercados, diz que propaganda para a classe C não deve ser “burra" ou "feia”, e defende sua terra natal. “Hoje em dia é chique ser baiano. Deixamos de construir prédio pra fazer propaganda”. Acompanhe:


A Classe C cresce assustadoramente. As marcas e agências acompanham o ritmo para oferecê-la uma comunicação ideal?

André Torreta - Algumas estão acompanhando e outras estão se adaptando, até porque esse é um processo muito novo e rápido que está acontecendo no Brasil de hoje. Obviamente existem percalços para as empresas. E, como tudo na vida, alguns acompanham e outras vão ficar pelo meio do processo.
  

Você costuma falar sobre a elitização da publicidade brasileira. Explique isso...

André Torreta - Durante muitos anos, o mercado de comunicação falava apenas com os 30 milhões de brasileiros que consumiam. Como os outros 170 milhões não consumiam, a indústria de comunicação não falava com esse cara. A ilha de Manhattan de São Paulo falava com a ilha de Manhattan de São Paulo, afinal o cara da “perifa” não tinha importância nenhuma. A indústria da comunicação foi formatada pra falar com a elite brasileira. E aí vem o susto e a necessidade de mudança. Temos que aprender a falar com o brasileiro médio.

Essa mudança vai obrigar agências e anunciantes a saírem da zona de conforto?

André Torreta - Vai ter que ser discutido o que é uma comunicação brasileira. Não o que é o sonho de fazer uma comunicação igual à de Nova York ou igual à de Londres, mas sim fazer uma propaganda brasileira. Hoje a gente tem auto-estima suficiente de querer e gostar disso.

Na sua visão, elas ignoram o Brasil como ele é?

André Torreta - Ignorar é uma expressão muito forte. Eu acho que elas não compreendem muito bem o Brasil porque nunca precisou. Não é questão de competência ou incompetência, mas sim de necessidade. O mercado do Centro-Oeste não era desenvolvido há 10 anos, então não vou gastar dinheiro com isso. O Nordeste era importante há 15 anos? Não. Então por que vou perder dinheiro com isso? Quando passa a ser, eu tenho que ir atrás desse conhecimento.

Qual sua percepção sobre o tipo de abordagem à classe C. Ela é subestimada?

André Torreta - Existe uma lenda urbana no mercado que diz que propaganda pra classe C deve ser feia ou burra. Não. Propaganda pra qualquer classe social tem que ser inteligente e bonita. Outra lenda é que as pessoas não entendem direito. Elas são inteligentes com qualquer outra pessoa. Não é a classe social que diferencia a inteligência de uma pessoa e de outra. Então essas lendas atrapalham o processo, porque tem gente que acredita nisso.

Você consegue traçar um paralelo entre o perfil de consumidores da classe C com os da A e B? Ou só o que difere é a condição financeira?

André Torreta - Todo brasileiro é igual, mas o nordestino é diferente do paulista, que é diferente do carioca. O que teremos são anseios e desejos diferentes, não melhores ou piores. Todo mundo quer um produto da Apple? Se é o melhor, por que o cara não vai querer? Tem gente que tem muito menos dinheiro, então o produto tem que ser diferenciado. É preciso fazer adequações, mas o ser humano é o ser humano tanto aqui quanto na China.

O que você espera para essa melhor distribuição do bolo publicitário? Em quanto tempo o Nordeste vai se destacar?

André Torreta - Grandes empresas já regionalizam produtos e departamentos. E o mercado publicitário vai ter que correr atrás disso porque o bolo da decisão já está se realocando em Recife, Salvador...você aloca o processo decisório para fora do eixo Rio –SP. Isso puxa os fornecedores e temos que entender que em cinco anos nada do que foi será.

Você é nordestino?

André Torreta - Sou de Salvador. Hoje em dia é chique ser baiano (risos). Deixamos de construir prédio pra fazer propaganda.

Fenomenologia de Husserl e o Marketing


Para o filósofo Husserl o principio do conhecimento está nos fenômenos, tema esse em que dedica grande parte de sua vida. A fenomenologia busca a interpretação do mundo através da consciência do sujeito formulada com base em suas experiências, seja um objeto, uma sensação, uma recordação, etc.

O "marketing" está completamente relacionado com a fenomenologia. Os profissionais de marketing  estudam o comportamento do consumidor, e depois de analisá-los usam estratégias para terem exito em sua envestidas. Eles atacam o ponto certo, para que possam provocar no consumidor o fenômeno esperado. As campanhas publicitárias, mais do que nunca se mostram apelativas. Completamente atrativas, procuram o persuadir o espectador em todos os aspectos, principalmente os ligados a sensações fenomenológicas.

Briefing, não é o bicho papão!


    O briefing tem um papel muito importante no desenvolvimento de uma campanha publicitária. Na maioria dos casos o sucesso ou fracasso de um campanha é determinado pelo briefing, pois é ele que dá o rumo para  a equipe de planejamento e criação se orientarem.

     Afinal, o que é um briefing? Em seu termo mais simples significa passagem de informação de uma pessoa para outra. Tratando-se de uma agência de publicidade, briefing é um documento criado a partir das informações que o cliente fornece para o profissional de atendimento de um agência, para criação de uma campanha.

     Para muitos futuros publicitários, e até mesmo para aqueles que já atuam na área, o briefing é considerado o bicho papão! Pensando nisso resolvi postar este vídeo do Youtube, que aborda de maneira bem descontraída como se fazer um briefing de qualidade. Confira!

                        

McDonald's e o McTáxi


           A McDonald's surpreendeu os chineses, ela fez uma ação fora do comum para divulgar seu hamburger. Transformou os tradicionais taxis vermelhos da China, em taxis amarelos como os americanos para levar seus clientes de uma loja para outra sem cobrar nada. E além disso, ao terminar a corrida, pessoa recebia um vale hamburger grátis.
      
       A McDonald's conseguiu bater recordes da venda do seu produto. Sem dúvida , é uma das empresas que mais investem em ações marketing promocional! Confira mais detalhes no video abaixo.



sexta-feira, 3 de junho de 2011

Publicidade e Propaganda: qual é a diferença?

      Muitas pessoas, até mesmos publicitários quando questionados sobre qual é diferença entre "publicidade" e "propaganda" cometem o erro de dizer que é a mesma coisa! Se assim fosse, não haveria necessidade de usar os dois termos, para denominar o curso. 

      Propaganda é o ato de divulgar idéias, conceitos e valores sem fins lucrativos. Publicidade é fazer isso com objetivo de lucro por parte do anunciante. Para que você entenda de forma mais simples vou citar dois exemplos: 

        Quando o Governo Federal veicula peças sobre a CAMPANHA DE COMBATE A DENGUE mostrando as formas de prevenção ao mosquito, isso é propaganda. Se a Raid (produto inseticida) faz o mesmo, é publicidade.

        Outro exemplo, se alguém te falar da volta de Cristo com intenção de converte-lo à sua religião, isso é propaganda. Mas se no meio da conversa ele faz menção de uma loja de produtos evangélicos, isso é publicidade. 

        Claro que a publicidade e propaganda andam de mãos dadas, porém é importante saber distingui-las.

 

Sugestão de Leitura


Resenha

Formei-me em Publicidade. E agora? (São Paulo: Nobel, 2001; 70 páginas) da publicitária Taís Lobato Leão traz uma lista de comportamentos necessários para que alunos recém formados em geral especialmente em publicidade tenham sucesso em sua carreira profissional.
Apaixonada pelo que faz, a publicitária cursou comunicação social na Universidade Federal de Minas Gerais, se especializou em Atendimento e Marketing Político. Trabalhou em várias agências de publicidade, e em diversas campanhas políticas no Brasil e no mundo.
Nos 9 capítulos que integram a obra, a autora discorre pelos mais diversos assuntos, uma variação sobre o mesmo tema: a incerteza quanto ao próprio talento ou vocação, o estágio, a conquista de um emprego, os atributos do profissional competente, o ambiente de trabalho, regras de comportamento, perspectivas da carreira, etc.
A autora com larga experiência em treinamento de estagiários faz uma breve contemplação  do mundo real ao narrar que  a realidade as vezes pode ser cruel e diferente do glamour surreal ilustrado nas faculdades. Ela diz: “A necessidade de se sobreviver materialmente supera a necessidade de realização pessoal e profissional”. Daí a importância de orientar os marinheiros de primeira viagem, a lidar com as dificuldades  de uma profissão e um mercado completamente instável.
Numa linguagem coloquial, que torna a leitura fácil, Formei-me em Publicidade. E agora? é um livro completo e singular no mercado, por sua originalidade e abordagem dos assuntos de forma prática.